Alagamento em condomínio

Manutenção preventiva evita incidentes

Grupo Graiche alerta que sistema de drenagem deve ser checado periodicamente para evitar inundações em garagens

As ruas de São Paulo amanheceram embaixo d’água no início da semana, em razão da chuva ininterrupta desde a noite de domingo. Nesse caso, quando a chuva não cessa, não é incomum o registro de alagamentos também em garagens localizadas no subsolo de condomínios. No entanto, ações preventivas podem evitar que esse transtorno aconteça.

A manutenção e revisão dos equipamentos destinados à drenagem da água da chuva, como por exemplo, as bombas e grupos geradores de energia, devem estar em dia. “A recomendação é verificar se há na guarita alarme de extravasão de água e conferir seu pleno funcionamento”, fala José Roberto Graiche Junior, vice-presidente do Grupo Graiche, empresa que atua na área de administração de condomínios. “Mesmo que a localização do condomínio não esteja sujeita a alagamentos, é imprescindível que o síndico realize a manutenção periódica de todo o sistema de captação e escoamento de águas pluviais”, completa.

O especialista acrescenta que é preciso manter ralos e calhas sempre limpos, além de verificar se está tudo em ordem com coberturas, telhados e área das antenas, “verificando sempre se não há sinais de infiltrações ou problemas do gênero”, salienta.

Outro ponto que precisa de atenção são as árvores. “O recomendado é verificar se existem árvores com perigo de cair e que possam prejudicar as instalações do condomínio. Nesse caso, a Prefeitura deve ser acionada em seus canais de atendimento”, diz Graiche Junior.

O vice-presidente do Grupo Graiche explica que o tempo de escoamento da água pode aumentar bastante a depender das características físicas do prédio, somada a eventual obstrução das galerias das ruas ou mesmo se o sistema de vazão for inferior ao necessário, o que fatalmente ocasionará alagamentos. “É bom lembrar que, em casos de chuvas muito fortes, o sistema de drenagem pode estar funcionando corretamente e, ainda assim, não ser suficiente. Por isso, cada caso deve ser avaliado de maneira particular, podendo ou não haver a omissão do síndico, da municipalidade ou ser tratado mesmo como um desastre natural. Uma perícia pode ajudar na conclusão para eventuais providências e busca por compensação de danos”, conclui Graiche Junior.

Seguro não cobre alagamentos

Todos os cuidados para evitar situações que resultem em alagamento devem integrar a rotina do condomínio, já que os seguros condominiais não cobrem inundações, por tratar-se de força maior da natureza. “Isso fica a cargo dos próprios proprietários dos veículos, que devem se atentar à apólice quando da contratação, observando cuidadosamente quais são os itens cobertos pela seguradora”, pontua Graiche Junior.

Fonte: Grupo Graiche.

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