#VogueCast: tomamos um café com Costanza Pascolato no seu aniversário

GABRIELLE ESTEVANS; COORDENAÇÃO: RENATA GARCIA E ANITA PORFIRIO

Considerada a papisa da moda brasileira, Costanza Pascolato é referência de elegância por onde passa. Aos 80 anos, a empresária se mantém atual e antenada nas tendências mundo afora. Em um papo com o VogueCast, podcast produzido pela Vogue Brasil, a também consultora respondeu a perguntas feitas por leitores da revista por meio do Instagram.

Millennials
Questionada sobre possíveis dicas para a nova geração que está assumindo o mercado de moda, Costanza é categórica: “A moda nada mais é do que o retrato no espelho de um momento de comportamento x, y, z. Sempre foi assim e as pessoas não entendem isso. Eles pensam só no produto em si, mas ele não funciona se não estiver dentro do espírito da época. Hoje somos mais informais, temos discussões importantíssimas, uma coisa de inclusão de todos os lados. Mesmo assim não existe roupa para gente mais velha, para gente maior, para gente que tem uma vida diferente da que a gente acha que é a média. E quando os millennials começarem a trabalhar, essa mudança vai ser ainda mais acelerada”.

Erros e acertos
Se aos 80 anos de vida Costanza já cometeu gafes e tropeços? “Eu um dia embarquei num macacão de jerséi rosa-choque e uma calça cenoura com uns bolsos que ficavam abertos… uma coisa assim de palhaço”, lembra, e logo desmistifica a própria imagem: “todo mundo me acha assim rainha e não sei o quê. Mas eu sou de um atrapalhado quase fatal às vezes. Bobagens que eu faço e que graças a deus tenho esse humor e dou risada porque se não ficaria tristíssima”

Brasil x Itália
De origem italiana, Costanza chegou ao Brasil ainda criança. Viveu a maior parte daqui e diz que apesar de amar a Itália, não mudaria do país que a acolheu: “Eu só volto para a Itália para ver meus netos e mergulhar no meu passado – porque eu gosto e tenho descoberto muitas coisas –, mas eu nunca, jamais, sairia do Brasil. Não tem jeito”.

Nostalgia
A única coisa pela qual Costanza admite ter certa nostalgia é o futebol. “Eu não assisto jogo de futebol (…) sempre imaginei que seria tão legal torcer por algum time, ter algum tipo de paixão atlética. Acho que eu perdi o interesse no futebol porque eu gostava do futebol na época em que os jogadores eram jogadores e não superstars.”

Para ouvir o episódio na íntegra, aperte o play abaixo:

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s